terça-feira, outubro 24, 2006

Café Martinho da Arcada


Na semana passada, por motivos de trabalho, fui fazer uma reportagem fotográfia ao Café Martinho da Arcada.
Situado, na Praça do Comércio, é um dos cafés mais antigos de Lisboa, ainda em funcionamento.
O actual dono do café, um senhor muito simpático e agradável, mostrou o local aonde Fernando Pessoa tomava o seu café e privava com os outros intelectuais da época, e aonde era um dos locais mais "in" do século XIX.
Ainda hoje o vemos repleto de turistas que gostam de ficar na esplanada apreciar a Praça do Comércio e ao longe a margem sul do Tejo, enquanto tomam a sua cerveja gelada, o seu café e apreciam os Pasteis de Nata tão saborosos e especiais deste café.


Aqui fica uma resenha histórica do mesmo:

"Inaugurado em 1782 pelo Marquês de Pombal, o Martinho da Arcada, localizado na Praça do Comércio é dos poucos cafés de Lisboa com história, que ainda se encontram abertos.

Este estabelecimento teve como frequentador habitual Fernando Pessoa, assim que deixou de ir à Brasileira no Chiado. No início (da sua inauguração) este café era conhecido como “Casa da Neve”, isto porque fazia dinheiro a vender “neve”, ou seja, gelados.

Mais tarde foi rebaptizado de “Casa de Café Italiana” pois esta bebida começou a ser largamente apreciada pelos elegantes da época. De 1784 a 1795 Domingos Mignani, um italiano, foi o proprietário do estabelecimento da Arcada, em 1815 o dono do botequim era um Simão Fernandes com certeza mais hábil nas relações públicas do que Mignani, pois transformara a casa no local mais “in” em Lisboa no inicio do séc. XIX.

Bartholomeu Rodrigues, dono do café Martinho fica com a casa em 1829. Talvez por isso, ainda hoje se confunda o Café Martinho, no largo do Camões com o Café Martinho da Arcada (ou Café Arcada) da Praça do Comércio.

Frequentado por ministros, arquitectos, escritores que em comum tinham ideias liberais, foi neste café que os intelectuais da época regozijaram quando em 1826 foi criada a carta constitucional e nesse mesmo estabelecimento os homens “iluminados” fizeram um juramento da Carta."



(Fotos da minha autoria)
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sábado, outubro 14, 2006

Lisboa - 2ª Parte

Arco da Rua Augusta
Fonte da Praça do Rossio

Estátua de D. Pedro IV, no Rossio

Fotos da minha autoria
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Lisboa - 1ª Parte


Lisboa, num dia de Outubro, vistas por mim...

Até dá gosto trabalhar assim com uma Paisagem destas...

As cores da cidade...

Casas Lisboetas

Um gato no telhado, a gozar o prazer da vista da sua cidade...


Fotos da minha autoria

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segunda-feira, setembro 25, 2006

Pesquisas de Genealogia

Informo que eu e mais duas colegas pesquisadoras criámos a Raizes Lusitanas - Pesquisas de Genealogia, em que fazemos trabalhos de pesquisa e investigação genealógica por encomenda.
Caso alguém esteja interessado neste tipo de serviço é favor de entrar em contacto com o email:

quinta-feira, agosto 10, 2006

Balsemão

Fachada da Capela de São Pedro de Balsemão

Paisagem de Balsemão

Riacho em Balsemão

Aspecto das vinhas
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Capela de São Pedro de Balsemão

Na minha visita a Lamego, informaram que um dos locais a visitar era a Capela de São Pedro de Balsemão, a mais antiga capela visigótica da Pensinsula Ibérica.

Localizada num lugarejo remoto, encaixado na margem direita do profundo vale do Rio Balsemão, junto a Lamego, o pequeno templo de São Pedro de Balsemão, justifica uma visita atenta, pela sua longa história e pelos traços notáveis da sua arquitectura moçárabe.

Quando chegamos ficaram admirados, pois é um local sem indicações nenhumas e quando disse que cheguei através do Turismo de Lamego, anuiram, pois só através deles (ou alguém com conhecimento anterior) é que sabem da existencia desta capela.

Túmulo do Bispo do Porto, D. Afonso Pires

Arco da Entrada para a Capela-mor

Nossa Senhora do Ó (virgem grávida)


Retábulo do Calvário

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Bragança - 2ª Parte

Dentro do Castelo

Torre de Menagem


Sé de Bragança

Igreja de Santa Maria na Cidadela
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Bragança - 1ª Parte

Estive também nas minhas férias na linda cidade de Bragança, terra de origem de um dos antepassados do meu marido.
Estas fotos foram tiradas no Castelo, muito bem conservado, com paisagens magnificas e com um Museu Militar aonde se faz juz à memória dos nossos mortos, combatentes nos vários cenários de guerra do século XX.
Dentro da Cidadela do Castelo, temos ainda o Domus Municipalis que é um edificio unica na Peninsula Ibérica de Arquitectura Românica, contruido no Séc. XII.

Torre

Vistas do Domus Municipalis

Vistas do Domus Municipalis

Domus Municipalis

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Monografia do Concelho de Vila Real


Tive a sorte de estar no local certo na altura certa, isto porque saiu à cerca de 2 semanas esta Monografia sobre o Concelho de Vila Real.

É uma monografia muito completa e extremamente interessante, que nos fala sobre usos e costumes, história, crenças, hábitos, geografia, com algumas fotos inéditas e uma forma de escrita muito agradável.

Quem se interessar pode adquir este livro na Livraria Branco, situada na Rua Direita de Vila Real. Posted by Picasa

quarta-feira, agosto 09, 2006

Parque Natural do Alvão - 2ª Parte


Todas as fotos são da minha autoria




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Parque Natural do Alvão - 1ª Parte

Um dos locais naturais mais lindos que já vi, bem perto da cidade de Vila Real.

Aconselho vivamente a visitarem, para quem gosta destes locais naturais e serranos.




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sábado, julho 15, 2006

Santuário de Panóias

Vista Geral do Santuário de Panóias - Foto da minha autoria


O Santuário de Panóias (monumento durante muitos anos designado por Fragas de Panóias) foi construído entre os finais do século II e os inícios do século III d. C. É constituído por um recinto onde se encontram três (entre outras) grandes fragas nas quais foram talhadas várias cavidades, de diversos tamanhos, bem como escadas de acesso. Numa das rochas foram também gravadas inscrições. Esta rocha, que denominamos de n.º 1, situada na entrada do recinto, possui as inscrições conhecidas, e que chegaram até nós, embora uma delas, ainda conhecida no século passado, tenha sido entretanto destruída.
Existem três inscrições em latim e uma em grego, e nelas estão as instruções dos rituais celebrados em Panóias, a identificação dos deuses e a do dedicante. (...)

(...) Existem portanto em Panóias testemunhos de um rito de iniciação dos mistérios das divindades infernais. As prescrições identificam-se como partes de uma lei sagrada, mas aplicadas a um local concreto e preciso. A escolha deste local não foi por isso feita ao acaso, mas sim fruto de critérios específicos e previamente estabelecidos. A topografia do local desempenhou aqui um importante papel.
C. G. Calpurnius Rufinus, senador, que introduziu este culto em Panóias, onde já haveria um culto indígena, deve ter sido um alto funcionário do governo provincial romano. A sua língua original foi o grego, mas na inscrição o uso da palavra “mystaria” em vez de “mysteria” demonstra o uso de um dialecto dórico ou pseudo-dórico. Os dados sobre a sua origem permitem supor com grande probabilidade que seja Perge de Panfilia, cidade de tradição dórica e um dos centros do culto de Serápis, e situada na Ásia Menor.

In http://www.ippar.pt/monumentos/sitio_panoias.html
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Frazões das Beiras



Esta semana recebi mais este livro de Genealogia do Sr. Ten-Coronel Armando de Sacadura Falcão, um eminente genealogista português do Séc. XX, que hoje conta com 95 anos, e que nos deixa algumas obras de genealogia, entre elas, esta dos Frazões das Beiras, publicado recentemente.
Mais uma obra a não perder para todos os Pesquisadores e Genealogistas.

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segunda-feira, maio 22, 2006

Igreja de Nossa Senhora de Guadalupe - Mouçós

Foto da minha autoria

A Igreja de Nossa Senhora de Guadalupe está situada na aldeia de Ponte freguesia de Mouçós, concelho de Vila Real, Distrito de Vila Real.
De estilo gótico, foi edificada durante o século XV, por iniciativa de D. Pedro de Castro, abade de Mouçós.
Esta igreja, dos finais da Idade Média, é constituída por uma única nave, mais elevada do que a capela de forma rectangular. Apresenta alguns modilhões que suportam a linha do telhado, assim como um óculo na fachada principal.
De destacar na parede do fundo da capela, a pintura mural datada de 1529, representando a Árvore de Jessé, assim como uma inigmática iscrição "AM . DRA".
No interior, podemos ainda ver, duas pedras tumulares, dos séculos XVI e XVII, que contêm os restos mortais de Álvaro Lopes e de Senha de Martin Vaz Sampaio, assim como o tecto em madeira, de tipo mudéjar.
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Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_de_Nossa_Senhora_de_Guadalupe