segunda-feira, outubro 31, 2005

Torres Vedras


"O Nome Portuguez, actualmente dado a esta Villa, indica com bastante clareza uma corrupção do antigo Torres Velhas, derivado do Latino Turres Veteres, com que os Povos Barbaros, invasores das Hespanhas, a denominavam (...).
Foi a villa antigamente fechada, do que ainda existem vestigios pelos nomes de diversos bairros denominados - Porta da Varzea; de Sancta Anna, da Corredeira; e pelos restos das muralhas quasi inteiramente subterradas, ou demolidas, que se descobrem nos mesmos sitios, servindo hoje de alicerces d'outros edificios (...)"

In Descripção Historica e Economica da Villa e Termo de Torres-Vedras por Manuel Agostinho Madeira Torres - 2ª edição - Coimbra - 1862.

Expostos e Naturais - Parte II

Devem se lembrar do Post que coloquei alguns dias atrás sobre a pesquisa que estou a fazer em que aparecia um ascendente do meu marido que era exposto em Santar e ao mesmo tempo aparecia o nome dos pais naturais do mesmo.
Pois bem, a seguir consegui localizar o assento de casamento de António dos Santos Coelho Castro (o enjeitado em Santar) e mais uma vez refere-se a ele como exposto, mas filho natural de Gonçalo Coelho de Almeida e Castro...e o mesmo foi testemunha presente no casamento do filho natural.
Em seguida localizei dois assentos de baptismo de dois Antónios, enjeitados em Santar em 1760.
Mas fiquei sem saber, qual deles é o "meu", pois a unicas informações, para além do batismo é a casa das pessoas aonde foi exposto.
Entretanto localizei o assento de obito em Quintal, Castelões, Tondela, Viseu do Gonçalo Coelho de Almeida e Castro, que me diz que faleceu em Dezembro de 1801, e foi sepultado em sepultura própria dentro da Igreja.

XV Curso de Verão do Instituto de História Contemporânea

DIVULGAÇÃO
XV Curso de Verão do Instituto de História Contemporânea da FCSH-UNL
Data: entre 21 e 24 de Setembro
Localização: Auditórios da Reitoria da UNL e do Museu de Arte Antiga
Coordenação: Maria Fernanda Rollo, Ana Isabel Buescu e Pedro Cardim.
Outras informações: Natália Manso, secretária do IHC (ihc@fcsh.unl.pt)
Informação cedida por Ligia Ferreira

Marquês de Pombal - Lisboa - 1930

Actividades Ambulantes - IV


Os Moleiros

O pão era o alimento indispensável em todas as casas das aldeias.
As pessoas costumavam dizer: "com pão e vinho, anda caminho".
Quando ele faltava, faltava a alegria e a paz, pois, como diz o ditado: "em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão".
Ele acompanhava toda a comida, até a sopa. por isso, se dizia: "caldo sem pão, só no inferno o dão".
Mais que simples comida, ele era visto como algo sagrado, com foros de culto religioso: se calhava cair um pedaço ao chão, logo era limpo com as mãos e beijado respeitosamente, como se fora o pãop do altar.
Mas, se não havia mesa sem pão, também não havia pão sem moleiro. Por isso, todos tinham o seu moleiro que semanalmente subia das margens do Rio Cordo, onde tinha o seu moinho, e se deslocava a casa dos fregueses.
Aí, depois de uns dedos de cavaqueira, carregava o cavalo ou o jerico com sacos de grão de milho ou centeio, abalava para o moinho e só voltava na semana seguinte com a farinha.
(...)

Actividades Ambulantes - III


Os Vendedores

Aproveitando as dificuldades que os lavradores tinham em se deslocar à Vila para fazer compras, surgiam os vendedores ambulantes que passavam pelas aldeias a oferecer os produtos mais consumidos.
Entre eles, salientavam-se as populares sardinheiras que iam por lá quase diariamente com os caixões de sardinha fresca, apregoando, de porta em porta: olha a vivinha de Ovar, é comer e regalar.
E quando não havia aquele peixe fresco, o peixe dos pobres, levavam barricas de sardinhas salgadas, para o substituir.

Nota: Ainda me lembro de ver em casa dos meus pais essas barricas cheias de sardinhas salgadas, que era uma forma de conservar as mesmas por muito tempo.

Era um negócio miúdo, é certo, quase sempre fiado, e algumas vezes com calotes; mas, apesar disso, mais compensador e mais leve do que o trabalho do campo.Por isso, o povo costumava dizer: quem vende sardinha come galinha.Embora com menos frequencia, por lá passavam também os famigerados almocreves com os machos carregados de gás, azeite, sabão, fósforos e outras miudezas.
Ao chegarem às povoações, tocavam uma corneta de som monótono e estridente e aguardavam a chegada dos compradores que não tardavam.O produto mais procurado era o gás, naturalmente, pois era com ele que alimentavam as tradicionais candeias e lampiões para iluminar as casas, sobretudo nas longas noites de inverno.
A seguir, era o sabão tão necessário para lavar as roupas interiores encardidas de suor e poeira.
O azeite era menos procurado, não só porque era mais caro, mas também porque era menos necessário, pois, para alumiar, era usado apenas nos candeeiros especiais de quatro bicos, utilizados nos mortórios; e para os temperos era facilmente substituídos pela banha de porco, que não faltava na maior parte das casas (...).

Actividades Ambulantes - II


Continuação:

Quando o inverno de aproximava, iam por lá também os amoladores e guarda-soleiros que anunciavam a sua chegada tocando uma gaita como as dos capadores.
Ao ouvi-la, logo os camponeses exclamavam: está ai o guarda-soleiro, temos chuva pela certa.
Então, deixavam os trabalhos e apressavam-se a levar os guarda-chuvas que precisavam de conserto e as tesoiras, facas e navalhas que necessitavam de afiação.
(...)
Antes das colheitas e das vindimas, apareciam também os cesteiros para consertarem os cestos rotos e fazerem outros novos.
à sua volta, juntava-se o rapazio para observar como eles entraçavam e emendavam vimes e vergas com tal mestria que até parecia que os cestos eram feitos duma só peça.
(...)
No inicio do ano, chegava também o capador, que percorria as povoações tocando o típico realejo de boca de cinco notas, no sentido ascendente e descendente, à procura de quem tinha porcas para capar.
Habituado como estava, já fazia essa operação maquinalmente, enquanto conversava com o dono do animal.
Por essa razão, ás vezes as coisas não corriam bem e saía a porca mal capada.
E foi daí que nasceui o ditado popular, ainda hoje muito usado: "enquanto se capa, não se assobia", para significar que não se podem fazer bem duas coisas ao mesmo tempo.

Actividades Ambulantes



Desta vez venho vos falar das Actividades Ambulantes que existiam na região de Mouçós - Vila Real, mas julgo que seriam as mesmas em outras localidades do interior do nosso Pais.As fontes são: Monografia de Mouçós - Joaquim Alves Ferreira - Ano 2004
Os Artesãos

Devido ás constantes actividades agrícolas, à distancia considerável a percorrer para chegar à Vila (Vila Real), sem outros meios de transporte, além das pernas ou do jerico, e ao bixo poder de compra de outros tempos, os habitantes da freguesia tinham necessidade de conservar os velhos utensilios, aproveitando os prestadores de serviços uq por lá passavam em busca de trabalho.
E por lá passavam os caldeireiros, com material muito rudimentar, que assentavam arraiais no centro das povoações.
A novidade da sua chegada corria velozmente pelas aldeias e as donas de casa não tardavam a aparecer com tachos sem asas, potes sem pernar comidas pelo fogo, malgas esbotenadas e pratos rachados...
E a tudo eles davam remédio prontamente: cravavam asas nos tachos, soldavam pernas nos potes e ligavam as partes das malgas e dos pratos (...).
Mas o trabalho era imperfeito e pouco duradoiro; e, por isso, o povo criou a expressão: tapa, massa, enquanto o caldeireiro passa.
Continua....

Costumes de Casamentos (Parte II)

Continuação....

de Jales, Vila Pouca de Aguiar

Quando os noivos saiam da igreja, as amigas da noiva cantavam:

Meus senhores, façam alta,
Façam favor de parar:
Queremos oferecer um ramo
A quem vem se casar.

A quem vem se casar,
Cheia de santa alegria.
Deus te queira abençoar
E a sempre Virgem Maria.

Hoje, foste à nossa igreja,
Foste dar a mão è fita.
Oxalá que tenhas sempre
Uma vida bem bonita.

Aqui tens este raminhi,
Feito da raiz dum cravo
Que nosso Senhor te dê
Um homem do teu agrado.

Aqui tens estas felores,
Tão cheirosas e tão belas.
Só por mor te ti, amiga,
Nos desfariamos delas.

Depois, seguiam para casa da noiva e continuavam:

Venha cá, Senhor F.,
Venha ao cimo da escaleira,
Venha ver a sua filha
Como a rosa na roseira.

Venha cá, senhora F.,
Mas não venha pra chorar,
Venha ver a sua filha,
E também para a abençoar.

Venha cá, senhor F.,
Chegue ai cimo das escaleiras,
Venha ver a sua filha
Com as mocinhas solteiras.

então, o pai da noiva convidava toda a gente para entrar, mas elas escusavam-se, pedindo apenas as tradicionais amêndoas:

Se nos derem as amêndoas
Que sejam muitas e buas,
Pois temos que as repartir
Por quem nos fez estas luas.

Costumes dos Casamentos















Tal como anunciei no Post anterior, vou começar a transcrever Usos e Costumes de região de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Aqui vou falar no Casamento e nas Estórias referentes a esta cerimónia.

Textos retirados do livro: Literatura Popular de Trás os Montes e Alto Douro, IV Volume (Miscelânea) por Joaquim Alves Ferreira Ano: 1999

O Casamento, para além do ritual religioso, tem também o seu ritual profano, como o lançamento de arroz, flores e de outras manisfestações folclóricas. Nalgumas localidades, recitavam-se versos, aos quais davam o nome de luas ou loas, aos noivos, onde está bem patente o conceiro de indissolubilidade do matrimónio.

de Nespereira, Cinfães

As amigas dos noivos esperavam o cortejo nupcial à saida da igreja e diziam:

Façam alta, meus senhores,
Façam favor de esperar:
Queremos dar este ramo
A quem vem de se casar.

Depois, voltando-se para a noiva, continuavam:

Aqui tens este raminho
Feito da raaiz dum cravo.
Que Nosso Senhor te dê
Um homem do teu agrado.

Aqui tens este raminho
De flores de avelaneira.
Ainda te hás-de lembrar
Da mocidade solteira.

O laço que te prendeu
Era de seda amarela.
Não o tornes a desdar,
Fica sempre presa nela.

O laço que te prendeu
Era de seda torcida.
Não o tornes a desdar,
Conserva-o toda a vida.

O laço que te prendeu
Era de seda bem forte.
Não o tornes a desdar,
Conserva-o atá á morte.

E rematavam assim:

Viva o noivo mai-la noiva,
Viva o tronco que os gerou,
Viva o padrinho e a madrinha,
Viva o padre que os casou

Mouçós


Eis a freguesia aonde viveram os meus antepassados, as minhas origens... eu sou o que sou, graças ás gentes de Mouçós.Em breve hei-de transcrever neste Blog os Usos e Costumes, Lendas e Histórias destas gentes Transmontanas.

Situada na margem esquerda do rio Corgo, Mouçós encontra-se a seis quilómetros da cidade de Vila Real. Compreende os lugares de Aboboleira, Alfarves, Alvites, Bouça, Compra, Feitais, Jorjais, Lagares, Laje, Magarelos, Merouços, Pena de Amigo, Ponte, Quinta do Tapado, Raposa, Sangunhedo, S. Paio, Sequeiros, Sigarrosa, Toajais e Varge. Nesta freguesia existiu, em tempos remotos, um mosteiro de freiras beneditinas, derrubado pelos muçulmanos por volta do século X. No século XIX eram visíveis ainda alguns vestígios do seu antigo edifício. Do património edificado de Mouçós, destaca-se o santuário dedicado a Nossa Senhora da Pena, interessante templo setecentista. Quanto à Capela de Nossa Senhora de Guadalupe, era originalmente românica e muito semelhante à que existe no castelo de Guimarães.

In site, Minha Terra.

Expostos e Naturais





Roda dos Expostos do Convento de Santa Clara do Desterro, em Salvador (BA)








Hoje recebi um assento de baptismo em que o pai da criança, era exposto....mas logo a seguir vem mencionado os avós paternos como o mesmo sendo filho natural de ambos.
Será que a criança foi exposta e mais tarde os verdadeiros pais apareceram e deram-lhe o nome?
Ou poderão ser os pais adoptivos? mas neste caso pq viria no assento de baptismo em que o pai foi exposto e tendo avós paternos?
O ano deste assento é finais do séc. XVIII
Gostaria de saber a Vossa opinião sobre este assunto.

Vila Real

As minhas Origens são de Vila Real - Trás os Montes
Aqui vai um texto sobre esta bonita cidade do interior transmontano, retirado do site "Minhaterra"

É a capital de um distrito composto por catorze concelhos e duzentas e sessenta e sete freguesias. É a capital de uma vasta zona com fortes ligações ao Porto e a todo o norte do País. É uma terra de futuro, com a Universidade e os milhares de jovens que demandam estas terras todos os anos. É uma das mais importantes cidades portuguesas. O concelho de Vila Real é composto por trinta freguesias. Quando aqui surgiram os primeiros habitantes, Vila Real ainda não existia como tal. A fundação da cidade e do concelho ocorreu muito mais tarde, substituindo a antiga e importante “terra” de Panóias, que pertencia à estirpe dos Sousas. A fundação da vila deveu-se a uma intervenção de D. Afonso III, continuando uma outra, anterior, de Sancho II. O Bolonhês decidiu criar em plena “terra” de Panóias um território reguengo, ou seja, pertença da coroa (daí se ter chamado desde logo Vila Real), e dar aos seus moradores todas as povoações em redor. Vila Real recebeu foral de D. Dinis em 1289. Foi nessa altura que a antiga vila se começou a desenvolver, porque até aí não passava de um lugar mais ou menos ermo. A partir do século XV, o velho burgo cresce para fora das muralhas, já que o número de habitantes não permitia a sua integral instalação no seu interior. Na centúria seguinte, essa parte da vila vai mesmo suplantar em importância a parte mais antiga da povoação. Mas a actual fisionomia de Vila Real começou a ser construída nos inícios do nosso século. Foram demolidas algumas edificações das mais antigas, abriram-se avenidas amplas e orientadas no sentido norte-sul, levantaram-se os principais edifícios de serviços da cidade. Não se esqueceu, no entanto, a componente histórica da vila, e os seus principais monumentos. A Sé Catedral, antiga igreja do Convento de S. Domingos, é o maior exemplo. Quatrocentista, mistura-se nela a arte ogival com as mais simples características românicas. Sant’Anna Dionísio, em “Guia de Portugal”, convida a uma visita a este concelho de muitos atractivos e inesquecíveis belezas. Um concelho dominado pela sua cidade mas que encontra o suporte necessário nas outras vinte e sete freguesias rurais: “Um dos mais discretos encantos que todo o viajante atento e pausado poderá experimentar das diferentes digressões que a capital de Trás-os-Montes oferece para qualquer dos quadrantes será o da descoberta de distintas e harmoniosas linhas de cumeadas. Importa, porém, ter os olhos afinados para essa tão recatada fonte de enlevo. Quem segue, por exemplo, pela estrada de Murça, ao subir a encosta que culmina no chamado Alto de Justes, não deverá deixar de escolher, aqui ou além, alguns sítios de paragem para contemplar a extensa linha culminante da serra do Marão, na sua parte nuclear, mais longínqua, de aspecto bronzeado, no seu prolongamento setentrional (usualmente conhecida pelo nome de serra do Alvão) fortemente pedregosa e adusta. Se o viandante tiver a sorte de surpreender esse panorama a certas horas crepusculares, a sua memória a custo deixará diluir essa impressão de deslumbramento. Outra perspectiva, não menos bela, é a que se colhe da estrada de Sabrosa, quando se caminha de Mateus para Constantim. Daí se domina, sob novas feições, a mesma linha de cumeada, mas mais próxima de nós e de certo modo ainda mais bela. A montanha, vista daí corre de norte a sul, desde os picotos do Mesio até aos rochedos cortados em despenhadeiro da Senhora da Serra e do Pico da Ermida, onde o Marão, depois de cristalizar no seu mais possante ímpeto, descai para o vale do Douro, sobre os fundos de Santa Marta e Mesão Frio. Se seguirmos para o sul, pela linha férrea do vale do Corgo, ou pela estrada extremamente sinuosa e movimentada, que liga Vila Real à Régua, não teremos cinco minutos, em andamento, sem um panorama grandioso e novo. A cada instante se descobrem formidandos relevos, montes sobre montes, despenhadeiros, enormes recôncavos, imprevisíveis anfiteatros revestidos de vinhas e olivais, um ou outro fundego rústico e vergiliano”.

Mirandas da Serra da Vila - Torres Vedras


Neste momento estou a fazer uma pesquisa sobre a Descendência dos Mirandas da Serra da Vila - Torres Vedras, para futura publicação.
Se alguém possuir informaçoes sobre os descendentes da dita familia, por favor entrem em contacto comigo.
Lanço um convite a todos para postarem mensagens sobre a ascendencia de cada um, regiões, nomes de familia...quem sabe alguns amigos possam ajudar.
Ana Fundo

Academia Lusitana de Heráldica - Sessão


Aqui vai uma informação dada pelos nossos colegas Rui Valério e Dulce Lázaro:
O nosso colega de curso Rui Valério informou-me que no próximo dia 25 de Julho, pelas 21,30, vai ter lugar na Academia Portuguesa de Ex-Libris/Academia Lusitana de Heráldica, uma sessão sobre as armas dos bispos portugueses. A dita Academia situa-se na Rua do Jasmim, (ao Principe Real), 14, 1º Dto. e quem vai fazer a apresentação é o Arquitecto Segismundo Pinto.A quem quiser comparecer fica o convite feito.
Até lá!
Dulce Lázaro

Link para o site


Aqui vai o link para o site de Raizes Lusitanas...Espero que seja vos util um diahttp://www.serroalto.com/genealogia

Dinamarca


Finalmente chegamos á Dinamarca...
Depois de um ano de 2004 com o casamento glamoroso do principe herdeiro Frederik com a bela australiana Mary Donaldson, eis que chega o tão esperado anuncio do próximo nascimento do futuro rei/rainha da Dinamarca para o próximo mês de Outubro.
A rainha Margrethe e o Principe Henrik, terão assim mais um netinho para se juntar aos dois mais velhos Nicolai e Felix, filhos do Principe Joachim e da Princesa Alexandra, actualmente divorciados.
E assim termino com a minha série de bébés reais do ano 2005....mas ainda só vamos a meio do ano...muita coisa pode acontecer ainda :-)

Noruega


Também os Paises Escandinávos foram "atacados" pelo Baby Boom Real
Os Reis da Noruega, Harald e Sonja, em pouco tempo passaram de uma familia de 4 membros, para uma familia numerosa.
A filha primogénita, a Princesa Martha-Louise, casada com o escritor norueguês Ari Behn, são pais de Maud Angélica de apenas 2 anos e da pequenina Leah Isadora (Leah em honra á Princesa Leah da Guerra das Estrelas) de apenas 2 meses.
Os principes herdeiros, depois de tanta contorvérsia com o casamento, devido á princesa Mette-Marit ser mãe solteira, tudo terá sido ultrapassado depois de dar á luz a herdeira do trono da Noruega, a princesa Ingrid-Alexandra de 18 meses que em breve vai ter mais um irmãozinho/a para compartilhar as brincadeiras, isto para o final do ano.

Bélgica


Da Holanda passamos para os vizinhos Belgas.
Os Reis Albert II e Paola (a Dolce Paola de Adamo), tem a sua familia cada vez maior, cada vez mais rodeados de lindas crianças.
Dos principes herdeiros, Duques de Brabant, Phillipe e Mathilde, já tem dois netos e em breve um 3º vai chegar, para fazer companhia á futura rainha dos Belgas a princesinha Elisabeth e ao principe Gabriel.
Da filha Astrid e de seu esposo o Arquiduque Lorenz de Austria, já tem 5 netos, Amedeo, Maria Laura, Joachim, Luisa Maria e a pequenina Laetitia Maria.
Finalmente do Principe Laurent e da Princesa Claire, receberam á pouco a noticia que vão lhes dar mais dois netinhos que está previsto nascerem para Janeiro de 2006, e para se juntarem á irmã mais velha Louise Sophie, de 18 meses, e juntarem-se á imensa prole deste reis dos Belgas.

Holanda


De Espanha, passamos para o País das Tulipas e dos Diques
O Ano de 2004 trouxe a Holanda, casamentos, funerais e claro, também nascimentos!!!
Mas 2005 não foge á regra do tal Baby Boom....
A rainha Beatrix teve o prazer de ter no seu seio familiar mais duas netinhas....
A primeira a nascer foi Luana, a 1ª filha de Johan-Friso e de Mabel Wisse Smit, que deu á luz a 26 de Março deste mesmo ano.
E a nova coqueluche da Familia Real da Holanda, é a nova princesinha Alexia Juliana que nasceu a 26 de Junho, que em conjunto da sua irmã, a futura rainha da Holanda Catharina-Amalia, fazem as delicias dos seus pais, os Principes de Oranje Willelm-Alexander e Máxima.
Também no seio da familia da princesa Margriet da Holanda, irmã da rainha Beatriz, mais uma princesinha nasceu, Felicia van Oranje-Nassau, van Vollenhoven, filha do principe Maurits van Oranje-Nassau, van Vollenhoven e de sua esposa Marilene van den Broek, que veio juntar-se aos seus irmãos mais velhos, Anna e Lucas.